<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653</id><updated>2012-01-28T04:52:28.427-02:00</updated><category term='outono'/><category term='madrugada'/><category term='férias'/><category term='resultado'/><category term='reflexão'/><category term='patinetes'/><category term='ano novo'/><category term='escolhas'/><title type='text'>nada é só ruim</title><subtitle type='html'>Eu escrevo só sobre o que gosto ou odeio muito. Só sobre o que realmente me perturba, por bem ou mal. Lembrando que faço economia, não jornalismo, tudo aqui é um capricho meu e a tentativa (inumeras vezes frustrada) de não deletar tudo depois de re-ler.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>23</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-2317989941897198278</id><published>2011-12-01T06:21:00.002-02:00</published><updated>2011-12-01T06:30:48.750-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escolhas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resultado'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ano novo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='madrugada'/><title type='text'>Radicalismo e compaixão.</title><content type='html'>Tenho comportamentos quando estou sozinha que são sempre os mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomar chá assistindo sex and the city, refletir sobre o que vem acontecendo na minha vida enquanto como, fazer barulho procurando coisas (cabo de ipod, algodão, meias grossas, camisetas que sirvam de pijama...), pintar as coisas com esmalte (tudo menos minha unha, não acredito em auto-manicure), olhar alto aqui do 13º andar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no meio desse caos sistêmico que eu mesma crio madrugadas afora, sempre chego em conclusões que a luz do dia não me permite chegar. Eis uma delas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sei lidar bem com liberdade, com a total liberdade de ser, pensar, fazer, voltar e ter sempre alguém ali ao lado. Tenho tomado minhas próprias decisões há algum tempo, mas parece que só hoje consegui perceber. Hoje percebi que são decisões só minhas, que influenciam em outras pessoas, mas cujas consequências sempre vão pesar mais em mim. Tenho sido relapsa comigo mesma, desorganizada, consentindo com a falta de pulso. Minha falta de pulso numa situação de liberdade total, de todos os lados. Liberdade de escolher, de me arrepender, de surtar e de pedir desculpas. Eu preciso dar um jeito nisso já! Não preciso criar regras, mas botar na minha cabeça que tudo tem seu tempo e que algumas coisas precisam, sim, ser priorizadas. Eu preciso ME priorizar, mas sendo menos gastadora do meu tempo com coisas que importam menos no somatório do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse ainda não é o post mais nostálgico que eu vou escrever em 2011, tenho certeza. Mas serve de resolução única de ano novo e um contrato para mim mesma: foco.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-2317989941897198278?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/2317989941897198278/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=2317989941897198278' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/2317989941897198278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/2317989941897198278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2011/12/radicalismo-e-compaixao.html' title='Radicalismo e compaixão.'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-8789362012907240326</id><published>2011-10-05T16:37:00.003-03:00</published><updated>2011-10-05T16:54:33.959-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='outono'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='patinetes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='férias'/><title type='text'>eu gosto é do gasto.</title><content type='html'>Talvez eu só consiga escrever em momentos muito específicos da minha vida. De tédio ou de vontade de (me) explicar algumas coisas. De ter que encontrar palavras pra traduzir o que eu ainda não entendo. Talvez seja minha terapia ou só uma vontade muito grande de processar o que eu nem sei se, de fato, existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu sei é que existem coisas boas e ruim. E todas as variáveis que cabem ser inseridas entre os dois extremos. Sei também que, apesar de inevitáveis, eu me recuso a deixar que qualquer coisa seja só ruim. É o nome do blog e uma filosofia de vida. Nem um dia é só ruim pra mim, apesar de alguns terem sido quase tão ruins quanto possível. Não que eu seja daquele tipo otimista. Veja bem, eu nunca enxergo o copo meio cheio, mas também não penso que está meio vazio. Está pela metade. Metade não é bom nem ruim, é o que é. E ao escrever essas últimas frases eu percebo como perdi uma coisa que sempre me foi tão cara: o idealismo. Eu ainda imagino um futuro lindo pra mim, mas quem sabe ele não seja tão lindo pra quem eu fui. Resta dizer (ou concluir) que eu mudei. As marcas estão nas minhas pernas, no meu rosto, em quem eu sou e o que eu faço. Não sei se mudei pra melhor, mas vivi. E essa vida (nem sempre boa, mas nunca só ruim) que eu vivi me fez chegar aqui. Nesse lugar que eu não entendo bem, fruto de escolhas que eu não compreendo totalmente. Não preciso citar quais são, porque está claro para quem importa. Eu. Não quer dizer também que sejam escolhas ruins, nem boas. O que eu quero entender é o motivo pelos quais eu escolhi...o que escolhi. Não me importam as consequências a longo prazo, muito menos a surpresa no passado recente. Importa o que tem agora, o que eu vivo hoje. As milhares de opções do mundo, que me levaram justamente pra esse hoje, me embasaram a escolher o que meu antigo 'eu' acharia lindo. E que meu eu não tão antigo acharia inaceitável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora? Até onde as pessoas são elas mesmas depois de anos, meses, dias? Como é que as pessoas se reencontram? São as mesmas pessoas, mesmo com rostos diferentes e opiniões divergentes e vontades de tomar café com (e sem) leite, respectivamente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre pensei que existiam coisas perenes e intermitentes na vida. Hoje tenho certeza de que a única coisa perene é a constante dúvida entre o que nós achamos que somos e o que queremos ser. Talvez eu não queira mais ser aquilo que sempre fui nos últimos anos. Ou esteja me reconectando àquilo que eu sempre fui, fruto de quem sempre esteve. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra mim fez tanto sentido quanto é possível assustar alguém.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-8789362012907240326?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/8789362012907240326/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=8789362012907240326' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/8789362012907240326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/8789362012907240326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2011/10/eu-gosto-e-do-gasto.html' title='eu gosto é do gasto.'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-1042136352565690348</id><published>2010-04-05T01:58:00.001-03:00</published><updated>2010-04-05T01:59:17.257-03:00</updated><title type='text'>Poema retirado de uma notícia de jornal</title><content type='html'>João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão sem número&lt;br /&gt;Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro&lt;br /&gt;Bebeu&lt;br /&gt;Cantou&lt;br /&gt;Dançou&lt;br /&gt;Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Manuel Bandeira)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-1042136352565690348?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/1042136352565690348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=1042136352565690348' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/1042136352565690348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/1042136352565690348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2010/04/poema-retirado-de-uma-noticia-de-jornal.html' title='Poema retirado de uma notícia de jornal'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-3687790455924648163</id><published>2010-01-11T01:59:00.003-02:00</published><updated>2010-01-11T02:09:15.550-02:00</updated><title type='text'>VOCÊ, tem que entender que eu quero muito</title><content type='html'>Eu gosto de escritores detalhistas. Gosto daqueles que falam do fio de cabelo que fica no meio do testa, mesmo quando ela penteia depois do banho. Gosto porque são essas coisas que definem. É aqui que se cria um personagem, contando sobre as sardas do lado esquerdo do rosto. Eu gosto de particularidades, de descrições, de informações que possam alimentar a imagem que eu crio de cada personagem que leio. Esse é o bom livro pra mim. Gosto quando explica a luz da sala, o cheiro da casa, o toque da roupa. Torna real mas, ainda assim, faz com que o que eu tenho como experiência (de cores, toques e cheiros) crie cada um desses momentos. É aí que o livro se torna meu, que a história se mistura com a minha. Mesmo que se passe na Russia Czarista ou no descobrimento do continente. Eu gosto tanto dessa sensação, de inércia e participação, que sempre acabo imaginando como tal autor ou tal romancista descreveria o que acontece agora. Não agora, enquanto digito, mas nos momentos mais sutis e traduziveis. Aquela mania que ela tem de pentiar o cabelo sempre que vê uma escova, ou de imaginar quantas pessoas tomam banho enquanto ela toma. Essas coisinhas que ninguém sabe, porque ninguém nunca viu, mas que a presença irrevogável dos bons escritores capta. E traduz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-3687790455924648163?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/3687790455924648163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=3687790455924648163' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/3687790455924648163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/3687790455924648163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2010/01/voce-tem-que-entender-que-eu-quero.html' title='VOCÊ, tem que entender que eu quero muito'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-2326972232001516387</id><published>2009-08-05T07:38:00.004-03:00</published><updated>2009-08-05T08:06:18.530-03:00</updated><title type='text'>Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir</title><content type='html'>&lt;em&gt;(Tempo demais sem postar = muitas informações, muitas idéias, várias críticas e pouco empenho de escrever aqui)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje assisti a primeira parte do filme do Che: o argentino. O filme me fez pensar muito além da revolução cubana, M.R 26, assembléias gerais da ONU (onde a educação diplomática ensina: só escute o que quiser, deixe sua plaquinha e vá comer na lanchonete o resto do tempo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fez me pensar de verdade no movimento popular em si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas que nos primeiros minutos (que correpondem a dias, semanas, meses) corriam entre as matas e recrutavam somente camponeses que possuíssem armas, realizaram uma revolução que até hoje mídia ou sistema econômico algum conseguiu parar - independente das críticas, algum Castro continua lá.&lt;br /&gt;Sério: muitas pessoas pouco instruídas, que penaram sob um regime ditatorial de minoria, em sua maioria incapazes de ler (volto nesse ponto depois*), arriscaram suas vidas e deixaram suas famílias simplesmente por acreditarem num ideal, pelo inconformismo que lhes foi oferecido por outras pessoas.&lt;br /&gt;Um governo totalitário foi derrubado por camponeses armados com qualquer coisa e livros! Você percebe a grandeza disso? E o que se comenta sobre e revolução cubana em escolas, universidades?&lt;br /&gt;O povo tem, sim, poder. Eu acredito! Caba àqueles que tem mais acesso a informação, divulgá-la. Não doutrinar, mas garantir que todas as opções sejam apresentadas de forma justa e igual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Um dos requisitos para que um camponês passasse a ser guerrilheiro era a capacidade de ler e escrever. Receber informação e processá-la independentemente. Isto é mais que um direito, é uma salvaguarda! Uma pré-condição para o exercício da cidadania e da vida social em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me perturba o fato de que um sistema onde uma pequena parcela de sociedade oprime a maioria perdure por séculos, sendo contestado tantas vezes quanto se pode contar nos dedos.&lt;br /&gt;Isto não é necessariamente um ode ao socialismo ou um parecer favorável a revolução armada, mas uma constatação de que, munindo o povo de informação honesta e da capacidade de compreensão, qualquer &lt;em&gt;&lt;strong&gt;abya yala&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;ano&lt;em&gt; &lt;/em&gt;pode se tornar o próximo Che.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-2326972232001516387?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/2326972232001516387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=2326972232001516387' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/2326972232001516387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/2326972232001516387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2009/08/pela-cachaca-de-graca-que-gente-tem-que.html' title='Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-2132471989302766666</id><published>2009-04-19T23:44:00.003-03:00</published><updated>2009-08-17T07:09:12.159-03:00</updated><title type='text'>And I could be like you, angry and intoxicated wondering what to do to make them pay</title><content type='html'>Eu tenho um ‘passatempo’ quando tô em casa sem nada pra fazer (ou quando eu deveria estar estudando qualquer uma das 10 matérias que eu tô cursando esse semestre). Eu leio as revistas velhas, das semanas em que estive fora. Eu leio as notícias que já nem são mais notícias de verdade. Não me pergunte por quê. Aliás, além de ler revista velha, eu leio de trás pra frente (começo a ler a Istoé, por exemplo, pelo artigo do fim, que normalmente é legal e às vezes é o Zeca Baleiro quem escreve), mas isso é história pra analista, não pra leitores.&lt;br /&gt;O que importa é que numa dessas leituras, eu encontrei uma reportagem que corrobora aquilo que eu sempre digo, mas que as pessoas teimam em dizer que não. Falava sobre a legalização –ou não- da maconha, para fins medicinais. Nisso, ainda falava sobre a possibilidade do governo holandês repensar a liberalização, porque tem se tornado um tipo de atrativo turístico (ecoturismo, ficarchapadassoturismo, por aí vai) até maior que o bairro da luz vermelha. Certo, a discussão é mais velha que a revista, mas o que me chamou a atenção foi uma foto que ilustrava a matéria. Era uma foto do Fórum Social Mundial desse ano – e não, não mostrava todo mundo entre as barracas ‘socializando’. A foto era da Marcha da Maconha, coletivo que busca estimular reformas nas Leis e Políticas Públicas quanto à utilização da maconha no Brasil*. Durante o FSM, os manifestantes organizaram uma passeata com faixas e cartazes pró-maconha, aproveitando toda atenção gerada pelo Fórum em si. Não entrando no mérito da validade do movimento ou sobre a minha opinião a respeito das reivindicações, o que eu definitivamente não concordo é com a utilização da imagem nessa reportagem.&lt;br /&gt;A vulgarização do Fórum Social, a tentativa da mídia central em desmerecer o esforço popular em criar um evento para diálogo internacional, isso é um absurdo que passa em branco pela crítica das pessoas. Entre todas as revistas velhas que eu li – e as novas também, porque eu leio tudo no fim – essa foi a única foto ou informação sobre o Fórum que eu encontrei. Nada sobre os coletivos de debate sobre a América Latina, nada sobre o local escolhido não - aleatoriamente para a realização do evento, nada sobre nada, fora que milhares de estudantes viajaram milhares de quilômetros para fumar e protestar e louvar a maconha. Essa juventude drogadita e perdida! E isso tem sido uma constante quando o assunto são movimentos estudantis. O DCE, o Centro Acadêmico, as próprias Universidades Federais, tudo lugar para se fumar maconha e protestar e fumar maconha sem ser interrompido pela polícia militar. É um argumento desmoralizante e injusto com quem batalha, fumando ou não. É como se a droga resumisse tudo que acontece. Isso tem prejudicado a imagem de lutas e conquistas e faz com que várias pessoas criem certo preconceito com relação às causas estudantis.&lt;br /&gt;Se estudantes universitários que, no mínimo, tem contato indireto com esses fóruns de debate sobre a situação acadêmica nacional repudiam o movimento estudantil, o que dirão aqueles leitores de classe média dos grandes centros urbanos, depois de lerem e virem tal reportagem? O movimento estudantil não é capaz de mudar o foco da grande mídia, de arrancar um pedido formal de desculpa pelos anos de ataque à sua imagem. O que se pode, sim, fazer nessa situação é combater tal ridicularizarão não abrindo margem para que isso aconteça. É não chamando as pessoas para votar no Diretório com o ‘incentivo’ de que as festas lá são legalized. É acabando com a imagem de hippie sujo e vagabundo que boa parte da sociedade tem sobre os estudantes da UFPR. Não digo aqui para aposentarem suas calças de palhaço e correrem para o salão mais próximo, mas fazer com que as boas idéias discutidas no pátio da Reitoria voem mais longe que a fumaça de seus cigarros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Para interessados:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.marchadamaconha.org/"&gt;www.marchadamaconha.org/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;@ nenhuma música, mas vou ver Cantando na Chuva depois de postar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-2132471989302766666?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/2132471989302766666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=2132471989302766666' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/2132471989302766666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/2132471989302766666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2009/04/o-estandarte-do-sanatorio-geral-vai.html' title='And I could be like you, angry and intoxicated wondering what to do to make them pay'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-7124975746615338808</id><published>2009-03-23T15:03:00.002-03:00</published><updated>2009-03-23T15:24:38.626-03:00</updated><title type='text'>armas, germes e FOME</title><content type='html'>Pode ser que ninguém concorde comigo, mas a dúvida persiste e esse é o único lugar onde eu posso dizer o que quiser sem ser interrompida. Mais que uma pergunta, é minha crítica a minha própria raça. Nós, seres humanos, os animais dominantes desse velho planeta terra.&lt;br /&gt;Os homens me assustam. E eu não trato apenas de membros do sexo masculino, mas de toda humanidade. Pelo menos toda humanidade capaz de decidir o rumo das coisas grandes. A perplexidade se dá graças às divagações de sofá, admito, mas já ouvi dizer que as melhores teorias se desenvolvem à partir de divagações banais (ou mente vazia é oficina do diabo, coloque como quiser!). O que importa é: como pode a raça humana deixar seus próprios morrerem, enquanto faz pesquisas no espaço? Eu não menosprezo os anos de estudo dedicado à astronomia, mas - francamente- quão fundamentais são as descobertas acerca das estrelas quando milhares passam fome? Essa história de 'saber de onde viemos para descobrir pra onde vamos' é linda e poética, mas quem é que vai chegar nesse tal futuro? Quem vão ser esses heróicos protagonistas do amanhã num mundo relapso com os agentes de hoje? A pergunta que fica (a da tal crítica) é pelo simples fato de que muito dinheiro é gasto em coisas muito lucrativas, mas sem um pingo de responsabilidade social. OK, grandes potências, nós - """em desenvolvimento""" - aceitamos sua total hegemonia espacial, seu amplo conhecimento na fabricação de bombas atômicas, seu poderio bélico...podemos, agora, tratar de feijão? AIDS?&lt;br /&gt;A sociedade se perdeu nos valores. Vale mais competir até o fim, mesmo que o fim esteja ali do lado. O esgotamento do planeta não se dá para a manutenção da espécie, mas para o acúmulo de mais lixo. Estamos (eu, você e sua mãe) devorando todo um planeta para descobrir vidas num outro lugar qualquer, enquanto deixamos de lado as vidas daqui. Neste NOSSO mundo, nesse NOSSO século.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não espero ser dona da razão, e talvez não tenha dedicado tempo suficiente a esses pensamentos a ponto de compreender o mundo, os homens, a vida. O que eu sei é que enquanto se gasta US$17,6 bilhões na pesquisa espacial (somente) americana, a cada minuto 12 crianças morrem de fome*. Podem dizer o que quiser, continuo não achando certo. E mesmo que os US$ 17 bi não sejam suficientes para extinguir a fome mundial (pelos cálculos da FAO se fazem necessários U$30 bi, contra  US$ 450 bi do orçamento militar americano), já seria um começo, parar de olhar pra fora - ou tão pra dentro a ponto de cegar - e olhar pros lados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mais informações:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.pime.org.br/mundoemissao/fomecriancas.htm"&gt;http://www.pime.org.br/mundoemissao/fomecriancas.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2008/07/30/ult581u2709.jhtm"&gt;http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2008/07/30/ult581u2709.jhtm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;@ sem música para pensamentos soltos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-7124975746615338808?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/7124975746615338808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=7124975746615338808' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/7124975746615338808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/7124975746615338808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2009/03/armas-germes-e-fome.html' title='armas, germes e FOME'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-2403402945225563597</id><published>2008-12-06T03:29:00.002-02:00</published><updated>2008-12-06T03:35:02.216-02:00</updated><title type='text'>e a mente apavora o que ainda não é mesmo velho</title><content type='html'>É como o título mesmo diz.&lt;br /&gt;É o medo do novo somado a vontade de ficar aqui, nesse velho e confortável. É difícil largar a tranquilidade pelo desafio. O fácil (e certo, claro) pelo duvidoso.&lt;br /&gt;Será que dá pra ser feliz e realizado de um jeito novo?Deixando pessoas E princípios de lado? Dá? Até onde a experiência compensa a certeza de que isso tudo financia um mundo com o qual eu não concordo?&lt;br /&gt;Eu mereço? Tá tudo certo...o aluguél, o emprego, a vida. Onde ficam os ideáis? Guardados numa gaveta escura no Brasil? Presos num sonho comprado em 12x?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não devia escrever isso aqui, deixar isso aqui.&lt;br /&gt;Quem sabe amanhã ou depois (ou lá, a milhas de casa e aceitando como vier) mude de idéia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;@ Sampa - é no Brasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-2403402945225563597?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/2403402945225563597/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=2403402945225563597' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/2403402945225563597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/2403402945225563597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2008/12/e-mente-apavora-o-que-ainda-no-mesmo.html' title='e a mente apavora o que ainda não é mesmo velho'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-5952472352483138973</id><published>2008-11-10T23:22:00.005-02:00</published><updated>2009-03-11T18:56:17.016-03:00</updated><title type='text'>"Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas, continuarei escrevendo."</title><content type='html'>A que se preza um DCE? Me diz você, pra quê serve? Toda representação estudantil teve seu apogeu durante a ditadura e hoje é praticamente desconsiderada fora dos portões do prédio na general Carneiro com a Amintas de Barros e das cabeças mais ideológicas. É como se toda luta fosse em vão, um trampolim meio quebrado pra se atingir a política que dá dinheiro. Eu não posso discordar mais. Se a cada dia me intrometo mais nesses assuntos que de forma alguma me diziam respeito - até então - é pela exclusiva vontade de fazer melhor. Por mim e por você. Mesmo que isso me custe umas horas aqui e uma discussão (que eu realmente nunca me importei em ter) ali. De todo jeito, o meu DCE (o da minha cabeça, se estiver errado me corrija) não se preza a ataques pessoais, a recalque, a caminho fácil pra vida mais fácil ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero nem entrar no mérito da veracidade dos fatos, uma vez que decidi apoiar uma chapa mais pelos métodos utilizados outrora que por propaganda pura e simplesmente. Meu nome está lá, pode conferir. E eu acredito. O que não consigo conceber é que pessoas instruídas, desejosas do mesmo objetivo e que percebem toda imagem que se criou do movimento estudantil, criem intrigas e competições de âmbito unicamente pessoal utilizando a máquina do DCE. Isso é um afronte a tudo que a instituição conquistou e ao voto de cada eleitor, contra ou a favor. Mesmo que tudo que se diz no artigo seja comprovadamente real, continua sendo um absurdo que tal menção tenha sido feita num espaço destinado a notícias de cunho institucional. Somente institucional. É como se o governo Federal não fosse mais governo, mas PT e partidos coligados ocupando cadeiras, mesas e cargos. Sem nenhum outro incentivo, senão boicotar a presença dos demais partidos. Sem fundamento ideológico palpável ou projetos tangíveis de desenvolvimento social (ou universitário, se acredita que a influência do diretório pára por aí). É incompreensível pra mim que tamanho disparate (tô ficando sem palavras pra traduzir essa angústia e esse nojo) tenha passado praticamente incólume pelo crivo de tantos leitores. As pessoas se acostumaram com o mau uso da máquina pública em geral? Estão tão descrentes a ponto de relevarem ataques a sua própria inteligência?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem, se há algo errado com a campanha da chapa adversária, que os fatos sejam averiguados e os medidas cabíveis sejam tomadas. Não por órgãos parciais como a concorrência, mas pela comissão eleitoral e pelo próprio eleitor. Para que se faça uma votação justa e legítima, basta que a informação chegue a tempo e de forma lúcida. Não após uma derrota amarga, através de palavras ácidas jogadas por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O DCE é um só. No fim das contas -e na cabeça dos mais desavisados- é formado por todas as pessoas que se preocupam com o movimento estudantil, mesmo que de forma rotativa e antagônica. Mesmo que de chapas adversárias, com ideais contrários e rixas pessoais, essas desavenças não podem superar a esfera central de toda discussão: a melhoria do ensino público, vinculada ao desenvolvimento da sociedade como um todo. Não se pode perder de vista que uma proposta de gestão eleita não é corroborada em todas as suas decisões, certas ou erradas. Os meios democráticos para se apurar esse apoio popular aos atos dos representantes é o voto para a situação ou para as possíveis oposições. Se a maioria acredita que se deve mudar drasticamente a forma de condução do diretório, esta não é uma decisão passível de questionamento por parte dos elegíveis. Se a democracia é falha, se o DCE é "esquerdóide", estas são questões de caráter pessoal, e não cabe a site nenhum se propor a respondê-las por outrem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contextualizando:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://dceufpr.wordpress.com/2008/11/08/chapa-eleita-mente-sobre-conquistas-em-2007/"&gt;http://dceufpr.wordpress.com/2008/11/08/chapa-eleita-mente-sobre-conquistas-em-2007/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ELEIÇÕES dce/ufpr 2008/2009:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PÉS NO CAMPUS.....3357&lt;br /&gt;Apenas começamos.... 234&lt;br /&gt;Cantamos porque o grito não basta..... 2159&lt;br /&gt;Brancos...30&lt;br /&gt;Nulos.... 114&lt;br /&gt;Total votantes.....5894&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;@ I want you&lt;br /&gt;All you need is love&lt;br /&gt;Can't buy me love&lt;br /&gt;(Beatles, Beatles, Beatles - em homenagem a minha leitora e companheira de luta)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-5952472352483138973?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/5952472352483138973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=5952472352483138973' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/5952472352483138973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/5952472352483138973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2008/11/meu-caro-amigo-eu-no-pretendo-provocar.html' title='&quot;Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas, continuarei escrevendo.&quot;'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-5271568308706203032</id><published>2008-10-08T00:12:00.002-03:00</published><updated>2008-10-08T00:19:37.673-03:00</updated><title type='text'>Economia Comportamental x Economia Clássica</title><content type='html'>Trechos da entrevista de Dan Ariely, professor de Economia Comportamental (isso existe? parece coisa de adm)no MIT e pequisador do Federal Reserve. Economia Comportamental parece uma análise prolongada da Psicologia Social de Keynes, mas de qualquer forma é uma explicação bem simples pro que tenho ouvido por aí...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A afirmação de que o mercado sempre vai produzir os melhores preços é um princípio econômico. É muito atrativo, mas muito errado. E os eventos recentes no mercado financeiro são uma demonstração clara disso. É impossível hoje olhar para o mercado e achar que ele é o melhor possível, racional. A crença de que o mercado se regula é muito elegante, mas depende de sermos perfeitamente racionais. Quanto mais você acredita que somos irracionais, mais você acredita que é necessário haver intervenções. Um exemplo interessante é o que está acontecendo agora no Chile. Há três meses, o governo estabeleceu que todo mundo tem de poupar 11% do salário. É uma intervenção incrível na vida das pessoas, mas é interessante. Quando as pessoas se aposentam, tudo o que depositaram durante a vida volta para elas na forma de pagamento. O que o governo viu foi que deixar essa poupança na mão das pessoas diminuía muito a chance de ela ser feita.""&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A economia clássica assume que somos racionais. A economia comportamental, não. Se fôssemos racionais, não deveria haver preocupação com a saúde, porque todo mundo cuidaria da melhor maneira possível da sua. Na perspectiva clássica, não há como melhorar o mundo, porque todos já agem racionalmente. Na perspectiva da economia comportamental, temos um conhecimento limitado sobre nós. Se entendermos melhor o mundo, poderemos mudá-lo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que somos irracionais?Dan Ariely – Pela própria evolução. Imagine que você é um animal na selva e vê um predador. Você pára para avaliar se é bom fugir ou ficar? Não. Você simplesmente corre. É uma ação que está além do ato pensado. Essa característica é boa na selva, mas não está de acordo com a sociedade moderna. Não fomos desenhados para o mundo que criamos. Por que achamos que podemos pensar apropriadamente sobre dinheiro? Trata-se de uma invenção nova. Nossa falta de jeito para lidar com dinheiro gerou a crise hipotecária americana.&lt;br /&gt;Engraçado é imaginar que o pressuposto de boa parte da teoria neoclássica é a racionalidade do consumidor e dos produtores, no qual sempre conseguirão atingir um ponto ótimo de suas escolhas maximizando o bem estar social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao averiguar que na prática a realidade é outra, vem outros conceitos complementares como a teoria dos jogos e assimetria de informações (que são por si muito mais interessante do que a crença no "homo economicus".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Keynes tornou sólido o conceito de incerteza, ao demolir a teoria clássica convencional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Jorge Grespan:"O grande impacto da obra "A Riqueza das Nações", de 1776, foi o de sintetizar perfeitamente a trajetória econômica de um século, culminando na recomendação de liberar os mercados de qualquer interferência não econômica. A famosa imagem da "mão invisível" decorre justamente de um individualismo levado às últimas consequências. Smith afirma que só o egoísmo dos agentes econômicos é que permitiria às forças do mercado encontrarem a distribuição mais adequada dos recursos. Por outro lado, afirma também que o mercado funcionaria imperfeitamente se os indivíduos agissem influenciados por considerações éticas ou políticas, isto é, por motivos não econômicos, levados pela generosidade ou por qualquer outro impulso afetivo fora da estrita racionalidade de seus interesses particulares"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...) no fim do século 19, quando autores como Willian Stanley Jevons (1835-1882) e Alfred Marshall (1842-1924) quiseram contornar dificuldades conceituais e políticas surgidas da teoria do valor-trabalho, não tiveram remédio senão buscar uma alternativa na subjetividade desse mesmo indivíduo autônomo e racionalmente egoísta. Elaboraram, assim, a teoria do valor-utilidade, pela qual o preço que uma pessoa estaria disposta a pagar por um bem seria definido pela utilidade que uma porção extra desse bem teria para ela. Com essa teoria econômica, chamada de neoclássica, o conceito de "homo economicus" se configura, enfim, com todas as suas características e seu nome próprio .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A inovação da pesquisa econômica laureada com o Nobel seria, portanto, o de remover tais restrições do comportamento racional e previsível do indivíduo, incorporando a esse agente emoções e incertezas que interferem em sua opção na hora de tomar suas decisões de consumo e de produção. De certa forma, entretanto, tais caminhos também já haviam sido percorridos. Ao fundar a macroeconomia com sua "Teoria Geral", de 1936, o economista inglês John Maynard Keynes (1883-1946) concebeu variáveis de psicologia social, como as propensões a consumir e a poupar, com relevante papel em sua obra. Keynes já havia associado a quebra da Bolsa de Nova York, ocorrida em 1929, à mentalidade americana, mais afeita a apostas e ao risco. Mas, para ele, esse fator poderia, no máximo, agravar ou acelerar um processo cuja origem fosse eminentemente social."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-5271568308706203032?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/5271568308706203032/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=5271568308706203032' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/5271568308706203032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/5271568308706203032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2008/10/economia-comportamental-x-economia.html' title='Economia Comportamental x Economia Clássica'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-5724891376688546859</id><published>2008-08-13T23:26:00.003-03:00</published><updated>2008-08-13T23:28:53.967-03:00</updated><title type='text'>venha provar meu brunch</title><content type='html'>Eu me senti sufocada. No caminho de volta pra casa, sem nada pra fazer ou alguém pra conversar, comecei a prestar atenção nas placas espalhadas por aí. E me assustei. Kharina Quick Service, Marcelu’s, Porco Nobre Delivery, Disk Água, China in Box, BeHappy Academia, além dos dois postos Texaco. A única exceção foi o cemitério, que não tinha placa nenhuma (acho que a finalidade do espaço é auto-explicativa). O resto, sem diferenças entre estabelecimentos ou procedência, sempre continham alguma alusão a outras línguas. Se não fosse pelo próprio serviço prestado (Pizza Hut Restaurant), era pelo “Maxi”- matérias para escritório. Desconfio de que um estrangeiro, especialmente de origem anglo-saxônica, seria mais capaz de se virar nessa cidade que um brasileiro comum. Não passaria fome ou necessidade de grampeador, fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                Até admito a existência da globalização, mas sou incapaz de encontrar a origem de toda essa ‘desportuguesação’ do Brasil. É mais bonito trabalhar no Champagnat Offices ao invés de Escritórios Bigorrilho? É mais fácil dizer: delivery que entrega à domicílio? Ou o lugar adquire mais status por descartar a própria língua do país onde está? O hambúrguer se chamar hambúrguer e a pizza se chamar pizza é totalmente aceitável, o que me irrita é uma empresa brasileira, de capital brasileiro, donos brasileiros, situada no Brasil chamar seu serviço de fast-food – quando a maioria dos brasileiros sequer sabe o que ‘fast-food’ quer dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                Os Estados Unidos espalha sua gigante influência não através de conquistas territoriais, como os imperialistas anteriores, mas enviando sua cultura em pocket-size a quem quiser comprá-la. E a quem não quiser também. O que era chamado de invasão yankee, tornou-se entrada consentida, refletida em nomes de restaurantes e prédio pelas cidades do Brasil.&lt;br /&gt;A cultura de um país é o que determina sua condição de nação. Lá fora, todo brasileiro se irrita quando há um artigo publicado na Le Monde sobre os problemas daqui, se enche de argumentos para protestar contra a tentativa americana de internacionalizar a Amazônia, mas é incapaz de honrar nossa própria cultura, nossa língua e tradições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os próprios donos depreciam seus bens, o que impede que agentes externos façam o mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FELIZ DIA DO ECONOMISTA!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-5724891376688546859?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/5724891376688546859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=5724891376688546859' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/5724891376688546859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/5724891376688546859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2008/08/venha-provar-meu-brunch.html' title='venha provar meu brunch'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-7410032828625352451</id><published>2008-08-11T01:32:00.002-03:00</published><updated>2008-08-11T01:35:43.382-03:00</updated><title type='text'>Ao mestre, com admiração</title><content type='html'>A primeira vez que faço isso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROVOCAÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira provocação ele agüentou calado. Na verdade, gritou e esperneou. Mas todos os bebês fazem assim, mesmo os que nascem em maternidade, ajudados por especialistas. E não como ele, numa toca, aparado só pelo chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda provocação foi a alimentação que lhe deram, depois do leite da mãe. Uma porcaria. Não reclamou porque não era disso.&lt;br /&gt;Outra provocação foi perder a metade dos seus dez irmãos, por doença e falta de atendimento. Não gostou nada daquilo. Mas ficou firme.&lt;br /&gt;Era de boa paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram lhe provocando por toda a vida.&lt;br /&gt;Não pode ir a escola porque tinha que ajudar na roça. Tudo bem, gostava da roça. Mas aí lhe tiraram a roça.&lt;br /&gt;Na cidade, para aonde teve que ir com a família, era provocação de tudo que era lado. Resistiu a todas. Morar em barraco. Depois perder o barraco, que estava onde não podia estar. Ir para um barraco pior. Ficou firme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria um emprego, só conseguiu um subemprego. Queria casar, conseguiu uma submulher. Tiveram subfilhos. Subnutridos. Para conseguir ajuda, só entrando em fila. E a ajuda não ajudava.&lt;br /&gt;Estavam lhe provocando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostava da roça. O negócio dele era a roça. Queria voltar pra roça.&lt;br /&gt;Ouvira falar de uma tal reforma agrária. Não sabia bem o que era. Parece que a idéia era lhe dar uma terrinha. Se não era outra provocação, era uma boa.&lt;br /&gt;Terra era o que não faltava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passou anos ouvindo falar em reforma agrária. Em voltar à terra. Em ter a terra que nunca tivera. Amanhã. No próximo ano. No próximo governo. Concluiu que era provocação. Mais uma.&lt;br /&gt;Finalmente ouviu dizer que desta vez a reforma agrária vinha mesmo. Para valer. Garantida.&lt;br /&gt;Se animou. Se mobilizou. Pegou a enxada e foi brigar pelo que pudesse conseguir. Estava disposto a aceitar qualquer coisa. Só não estava mais disposto a aceitar provocação.&lt;br /&gt;Aí ouviu que a reforma agrária não era bem assim. Talvez amanhã. Talvez no próximo ano... Então protestou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na décima milésima provocação, reagiu. E ouviu espantado, as pessoas dizerem, horrorizadas com ele:&lt;br /&gt;- VIOLÊNCIA, NÃO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Luis Fernando Veríssimo - Mais Comédias Para Ler na Escola, pág.41)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com eu queria ter escrito isso...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-7410032828625352451?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/7410032828625352451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=7410032828625352451' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/7410032828625352451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/7410032828625352451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2008/08/ao-mestre-com-admirao.html' title='Ao mestre, com admiração'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-170444864889752940</id><published>2008-08-04T00:35:00.006-03:00</published><updated>2008-08-05T13:27:35.822-03:00</updated><title type='text'>...sem diretor, figurino ou roteiro</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_JSPSjBoHvmo/SJZ84rax-YI/AAAAAAAAAAU/zkC4lqkO5t8/s1600-h/cap3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5230505330406979970" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_JSPSjBoHvmo/SJZ84rax-YI/AAAAAAAAAAU/zkC4lqkO5t8/s320/cap3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É sempre assim. O time perde, a alegria cessa e o pedido é o mesmo: tira o técnico! Será que o caso é mesmo o de trocar seis por meia dúzia? O técnico já foi alterado e os resultados do time nesse mesmo campeonato não são muito melhores. É uma questão de mudança ou costume, afinal? O torcedor eufórico continua cantando por vitória, mas acostumado com um time sem estrelas, ainda contando com velhos de guerra que há tempos deixaram seu futebol em outros estádios e bordéis. E reclama da falta de pulso de um homem incapaz de fazer milagres. Concordo, o técnico é parte importante, mas fundamental mesmo é o que se apresenta em campo e isso vai além: é da vontade de vencer, de jogar, de mostrar serviço. É cansativo sentar em frente a um espetáculo de aberrações semana após semana, ouvindo na cadeira ao lado o grito de felicidade do rival. Não é questão de lavar Roberto Fernandes de toda culpa, uma vez que outros times medíocres conseguem ir mais longe, mas a mesma base de três anos (sem resultados!) não pode ser considerada um time para campeonato brasileiro, quando não consegue vencer nem o estadual. Não basta trazer jogadores emprestados, impedir um time de jogar com um ‘dos nossos’ ou botar toda fé no goleiro. É, sim, a necessidade de priorizar um time ou uma imagem, um sonho de passado recente glorioso embalado na esperança de um técnico que nunca mais deu as caras. O que eu quero da diretoria do meu time (quer dizer, o que eu considero possível dentre todas as coisas que realmente desejo) é a postura de admitir que ou o plano seja outro, ou as coisas de fato tem que mudar. Profundamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;contextualizando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATLÉTICO-PR 0 x 3 botafogo&lt;br /&gt;santos 1 x 3 coritiba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;obs.: sou excelente em comentários esportivos mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-170444864889752940?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/170444864889752940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=170444864889752940' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/170444864889752940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/170444864889752940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2008/08/onde-o-final-feliz-s-o-comeo-da-histria.html' title='...sem diretor, figurino ou roteiro'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_JSPSjBoHvmo/SJZ84rax-YI/AAAAAAAAAAU/zkC4lqkO5t8/s72-c/cap3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-7504608530311062414</id><published>2008-07-22T17:03:00.002-03:00</published><updated>2008-07-22T17:52:13.267-03:00</updated><title type='text'>sapatos pra dois</title><content type='html'>Sentado ali, levando o mundo de costas, olhou pela janela e viu o amigo que há muito tempo não tinha noticias. Sentiu saudades. Não da velha amizade que se diluíra no tempo, mas de quem costuma ser naqueles anos de espera. Transformou-se não sabia em quê nem quando, mas certamente não correspondia as expectativas daqueles tempos. Viu-se em desespero por ter se resumido a clichês e frases de efeito. O amigo estava ali, ao alcance dos sopros, mas longe demais das mãos, assim como a imagem nublada de um futuro promissor que não se concretizou. A ansiedade da chegada em qualquer lugar cedeu espaço à angústia que já sentira, tinha certeza. Como os anos que separavam a amizade do que agora havia, foi embora, carregando consigo uma única conclusão: o mundo estava pesado demais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-7504608530311062414?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/7504608530311062414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=7504608530311062414' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/7504608530311062414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/7504608530311062414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2008/07/sapatos-pra-dois.html' title='sapatos pra dois'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-5104167475029549462</id><published>2008-07-10T02:01:00.003-03:00</published><updated>2008-07-10T04:12:36.292-03:00</updated><title type='text'>BRO HYMN</title><content type='html'>Auto-ajuda (no sentido literal)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O blog é meu e eu faço o que quiser dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Totalitarismo à parte, o que eu quero dizer é que não se pode esperar de uma menina de dezoito anos a consciência de uma mulher. Uma vez que publico aqui mais pra mim que para os outros, decidi publicar o que saiu da minha cabeça agora e (pasmem!) mudou radicalmente meu modo de encarar as coisas. Quem disse que café, sex and the city e melhores amigas não são um bom remédio não sabia o que se passava na minha cabeça. Até então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou completa. Em todos os aspectos e pedaços da minha vida. Sou plenamente realizada no que decidi seguir carreira, gosto dos meus amigos e de quem eu sou (pelo menos internamente, vai!). Dito isso, a busca incessante e irracional por alguém que 'me complete, me proteja e me compreenda' será adiada até...pra sempre.&lt;br /&gt;Não que eu seja adepta da tal filosofia de 'regar o jardim e esperar as borboletas', pois não quero borboletas(?), muito menos esperar por alguma coisa. Minha vida vai continuar sendo inconstante, esquisita e meio recriminável. E eu adoro.&lt;br /&gt;Não preciso que me protejam, acredite. Um metro e oitenta e ainda quero uma muralha? Compreensão eu tenho guardada em casa ou a um telefonema de distância. O que eu preciso é de impulso, coragem, determinação, auto-controle. Tudo isso tem que partir de mim!&lt;br /&gt;Minhas amigas são as melhores sendo do jeito que são e me fazem como eu sou, acho que estou bem nesse aspecto. Minha família, por mais esquisita (não caberia disfuncional depois do verdadeiro significado) que seja, sempre vai estar ali, do outro lado do corredor. Isso me basta. Do resto cuido eu.&lt;br /&gt;Eu sou completa. Demorei dezoito anos e cinco mil tropeços pra descobrir, mas veio em boa hora. Eu sou feita de carne, osso, gordura (mal) localizada e milhões de outras coisas (pernas em excesso, auto-estima em baixa). Sem espaço para complementos alheios. Isso não quer dizer que estou colocando o amor abaixo, mas amor não vem de uma forma só e, de verdade, minha vida não se resume a de outro alguém. Eu sou completíssima, pode acreditar. Eu acredito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso pode não significar nada pra outras pessoas, mas mudou meu mundo em algumas palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;@ Los Hermanos - mas só as músicas felizes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-5104167475029549462?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/5104167475029549462/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=5104167475029549462' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/5104167475029549462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/5104167475029549462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2008/07/auto-ajuda-no-sentido-literal.html' title='BRO HYMN'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-2965576927570073051</id><published>2008-06-25T14:27:00.003-03:00</published><updated>2008-06-25T14:39:22.702-03:00</updated><title type='text'>Não me pergunte, não me responda, não se procure, e não se esconda</title><content type='html'>É engraçado como as coisas funcionam. Testes de personalidade, por exemplo. 10 perguntas são capazes de dizer como eu sou e como os outros me vêem? Acho que não. Eu não me aceito tão previsível nem tão supérflua a ponto de me definir por cores ou risadas. 10 perguntas e um parecer? Não me parece confiável. E mesmo assim, como pode errar um teste que diz que você é "alegre, animado, charmoso, divertido, prático e interessante"? Afinal, a Miss Universo fez esse teste e o Zé do Caixão também. E todo mundo colocou no orkut e mostrou pra mãe, até porque, por mais genéricas que essas palavras fossem, todo mundo compra um bom elogio. E até aí tudo bem, ninguém é grande demais pra não se sentir bem com elogios, ou pequeno demais para merecê-los. Mas críticas deveriam, também, ser muito bem-vindas. E se fosse "você é alegre, mas tem picos de depressão, animado, mas as vezes exagera , charmoso, mas sua demora pra se vestir atrapalha, divertido, meio inconveniente, prático, mas desorganizado", estaria estampando profiles e servindo como resultado final de uma análise tão elaborada?No entanto, o que mais me intriga é o "interessante",  por ser o adjetivo mais incoerente. O que EU vejo como interessante é o mesmo que você? E se o dono deste teste me é interessante, o que garante que o será pra outras pessoas? Interessante é o que todo mundo quer. Todo mundo quer ter ares de mistério, quer a atenção voltada para si e conversas de alta relevância com a vizinha e o intelectual da mesa ao lado. Ninguém quer, realmente, ser taxado de superficial ou chato, se mostrar vazio ou burro. É uma questão de auto-estima, afinal. Todos querem (queremos) elogios e se não os conseguem pelas pessoas com quem convivem, buscam respostas forçadas num site sem referência para mostrarem ao mundo que, minimamente, são interessantes e charmosos. E alegres e divertidos e práticos e...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quer tentar? &lt;a href="http://www.interney.net/testes/teste016.php"&gt;http://www.interney.net/testes/teste016.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;42 ponto(s):   Os outros te vêem como alguém alegre, animado, charmoso, divertido, prático e interessante, alguém que está constantemente no centro de atenções, mas suficientemente bem equilibrado para não deixar isso subir a cabeça. Eles também te vêem como amável, compreensível, alguém que sempre os anima e os ajuda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Lembre-se de que isso é apenas um BLOG, você não precisa levá-lo tão a sério, ok ?]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-2965576927570073051?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/2965576927570073051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=2965576927570073051' title='36 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/2965576927570073051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/2965576927570073051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2008/06/no-me-pergunte-no-me-responda-no-se.html' title='Não me pergunte, não me responda, não se procure, e não se esconda'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>36</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-5429481695490307632</id><published>2007-12-07T09:01:00.001-02:00</published><updated>2008-10-28T02:59:30.176-02:00</updated><title type='text'>que eu vim pra não morrer, de tanto te esperar</title><content type='html'>Por estar num momento extremamente feliz, com direito à viagens, shows, namorado por tempo indeterminado e cálculo garantido para 2008, privo meus fiéis leitores de qualquer texto durante este período. Por estar com a visão nublada por alegria, bom humor e esperança, me considero inapta a opinar sobre a realidade do país, queda do Corinthians ou a derrota do Chávez na Venezuela. De forma cada vez mais egoísta, essa que vos escreve decide banir infelicidade, tristeza, pêsames e descrença nos próximos meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se você for mais um leitor coagido por minha mãe a ler estas palavras em ordem (pouco) lógica, peço que me perdoe por jogar seu tempo pela janela ao obrigá-lo a ler esta total falta de nexo. Sem mais adendos, seja muito bem-vindo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-5429481695490307632?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/5429481695490307632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=5429481695490307632' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/5429481695490307632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/5429481695490307632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2007/12/dispenso-previso.html' title='que eu vim pra não morrer, de tanto te esperar'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-6939103793493855723</id><published>2007-11-07T21:04:00.000-02:00</published><updated>2007-11-11T13:10:57.097-02:00</updated><title type='text'>futebol, muito samba e muito show de rock'n roll</title><content type='html'>MANIFESTO II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A literatura de um país pobre&lt;br /&gt;não pode ser pobre de idéias.&lt;br /&gt;Pobre da arte de um país&lt;br /&gt;pobre de idéias.&lt;br /&gt;Pobre da ciência de um país&lt;br /&gt;pobre de idéias.&lt;br /&gt;Num país pobre,&lt;br /&gt;não se pode desprezar&lt;br /&gt;nenhum repertório.&lt;br /&gt;Muito menos&lt;br /&gt;os repertórios mais sofisticados.&lt;br /&gt;Os mais complexos.&lt;br /&gt;Os mais difíceis de aceitar à primeira vista.&lt;br /&gt;Lembrem-se de Santos Dumont.&lt;br /&gt;Sempre haverá quem diga&lt;br /&gt;que num país pobre&lt;br /&gt;não se pode ter energia nuclear&lt;br /&gt;antes de resolver o problema&lt;br /&gt;da merenda escolar.&lt;br /&gt;Errado.&lt;br /&gt;Num país pobre,&lt;br /&gt;movido a carro de boi,&lt;br /&gt;é preciso pôr o carro na frente dos bois."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Leminski&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu conheço essa crítica leminskiana há muito tempo, acho que uns 5 anos, e por mais que tenham me "explicado" na época, só hoje é que ela me faz sentido. Antigamente, achava a visão bastante radical (energia nuclear parecia coisa de filmagem antiga com cogumelo de fumaça e japonês correndo desesperadamente) e pessimista em relação ao país. Não é. Na verdade, é mais para um conselho muito bem dado. Uma constatação e, finalmente, uma idéia. Justo nesse país que carece tanto de idéias, mas abarrotado com tantas críticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre aquela mesma história da Educação. Foi por isso que eu não votei no Cristovam Buarque: educação é necessária, concordo. O sistema educacional do Brasil é pouco eficiente, certo. PROVAR, COTAS, REUNI. Tudo tapa-buracos de governos populistas. Culpar a educação e apontá-la, também, como solução é fácil, difícil são as idéais praticáveis. Não trato aqui de ideologias, utopias, fanatismos. Bom se o problema fosse somente educacional. O que falta no Brasil é caráter (esta parte pode ficar meio problemática, é claro que não afirmo que falta de caráter se refere à população brasileira), é o não-comodismo, a participação, o descontentamento efervescente e as caras pintadas. Esperança nós temos. Só que a canalizamos numa seleção patrocinada por empresas (que de brasileiras não tem nada) e formada por jogadores que honram nossa camisa de quatro em quatro anos (e seus bolsos no resto dos dias). Dispomos de criatividade mundialmente reconhecida: o tal jeitinho brasileiro tá aí. Preparamos bons profissionais, altamente capacitados...a atuarem em transnacionais que levam o conhecimento e o dinheiro brasileiro para longe. Santos Dumont é só um exemplo da gigante capacidade e, logo, da falta de reconhecimento do Brasil. Nosso país tem, sim, algum prestigio internacional, admito. É verdade que brasileiro é bem recebido nos outros países, mas isso porque somos um povo que não representa perigo, tão fraco de identidade nacional, tão coitado aos olhos do mundo, tão irremediavelmente 'legal'. Temos fé, sim. Grande parte dela esta nas mãos de uma Igreja preconceituosa, conservadora, demagoga e milionária. A outra parte está distribuida em outras facções, outros templos, outros dízimos, outros circos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arrisco dizer que somos a &lt;em&gt;população&lt;/em&gt; mais bonita do mundo, mas perdemos nossos caráter de &lt;em&gt;povo&lt;/em&gt; depois das Diretas Já. Os escândalos de hoje podem não ser tão descaradamente repressores, podem não mandar para outros países entes queridos, nem fuzilam milhares, mas também mancham nossa história. O perído de 1964-1989 foi resultado de um golpe político armado. O que ocorre atualmente são uma série de golpes de colarinho branco nos próprios brasileiros. Antes não tivemos opção, hoje votamos por isso. Certo, não dá para conscientizar uma população que não tem comida na mesa nem domina a leitura. Só que também não dá pra admitir que o problema do Brasil pára por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;obs.: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;População&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; é a totalidade das pessoas que se acham, num dado momento, em determinado Estado. Tal conceito inclui toda e qualquer pessoa, independentemente da nacionalidade, idade, situação política etc. Já, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;povo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, por outro lado, é palavra que pode revelar um conceito jurídico ou um conceito político. Povo é o conjunto de pessoas que possui o mesmo passado histórico,por exemplo. São conceitos análogos, porém inconfundíveis. Com efeito, a palavra povo apresenta pluralidade de sentidos análogos, sendo, portanto, um vocábulo plurívoco-analógico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;@ Samurai&lt;br /&gt;Meu caro amigo&lt;br /&gt;João e Maria (ah sim, parabéns pra nós)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-6939103793493855723?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/6939103793493855723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=6939103793493855723' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/6939103793493855723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/6939103793493855723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2007/11/to-jogando-futebol-tem-muito-samba-e.html' title='futebol, muito samba e muito show de rock&apos;n roll'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-7914683440167522714</id><published>2007-10-25T22:18:00.000-02:00</published><updated>2007-10-25T22:23:06.502-02:00</updated><title type='text'>eu zanguei numa cisma, eu sei</title><content type='html'>Eu devo estar ficando muito velha. Muito mesmo, daquelas que comparam o período de ouro (o meu, claro) e os dias de hoje. E sempre com aquela nostalgia, acompanhada do último suspiro e da frase ‘na minha época...’ O problema é que eu nem sei se minha época era tão boa assim. Aquilo de que você vai dizer: os preços eram mais baixos, políticos menos corruptos e os mais novos respeitavam os mais velhos, pode ainda não ter acontecido. Os demais sintomas, entretanto, estão se concretizando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Na minha época” as meninas não se aceitavam como eram (como ainda acontece com as meninas de doze anos e com a de dezoito que vos escreve): o problema passava pelo cabelo, pelas espinhas - que todo mundo começava a ter, mas que caiam como praga em dias específicos-, por atributos físicos que ainda hoje causam embaraço e por problemas até então imperceptíveis, mas que os meninos da sala faziam questão de apontar em alto e bom tom. Pode ser que minha infância tenha sido muito sem graça, com menos gloss e mais elástico, menos prancha e mais “BJfeliz”. Só que, com certeza, havia menos preocupação e menos intrigas e menos paqueras. “Na minha época” (que agora será substituído por NME), todas as meninas eram “eternamente a fins” de dois ou três garotos mais velhos (mas não muito!). Parava por aí, parava nas cartinhas nunca entregues e nos repetidos corações com as iniciais. Já os meninos comentavam quão gostosas eram as garotas do ano seguinte, que acabavam de comprar o primeiro sutiã, mas já serviam de parâmetro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NME, a gente ia na sacada de um certo shopping e, as vezes, numa baladinha bem fraquinha ao lado. NME, isto era o máximo. Desfilar no shopping domingo e comentar a respeito das outras aspirantes a modelo era O programa perfeito. Hoje em dia a coisa tá bem diferente. Quer dizer, pelo que eu vejo o elástico já foi abolido e a prancha é praticamente parte integrante do uniforme. Os desfiles superaram as portas do shopping e, atualmente, estão em qualquer lugar. Qualquer saidinha é motivo pra rímel e roupa escolhida a dedo. E, engana-se quem pensa que roupas da Lilica Repilica e da c&amp;amp;a servem. GAP, Ecko, DKNY e por aí vai. Jogo de futebol: meninas de catorze anos empurrando goela abaixo a cerveja do copo de plástico só pra acompanhar meninos carregando correntes de prata e camisas de torcida organizada, que lá fora esperam pela carona de seus pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A infância é coisa da minha época? Ou será coisa da minha cabeça e do ensino integral do Bom Jesus? Os tempos são outros, as novas fôrmas utilizadas pelos meios de comunicação são outros, o mundo é outro, até aí tudo bem. Nesse tempo de momentos, de bytes, de globalização acima dos resquícios culturais, já não há mais espaço para a gordinha de cabelo crespo, ou pro tímido com camiseta pra dentro da calça. NME também não era “fácil” pra ninguém, mas os comentários não eram impressos em fotologs, rodavam perfis de Orkut e acabavam sem punição. NME as mães não pagavam alisamentos, não ensinavam as filhas a esconderem olheiras nem incitavam comentários maldosos sobre a roupa de outras crianças de doze anos. Talvez os pais de épocas ainda mais remotas, daquelas meninas que eram apaixonadas pelos contemporâneos dos meus pais, é que sejam fruto desse início da onda de globalização. E hoje são mães dessas mesmas meninas que me assustam. Os filhos desses filhos, das ‘crianças’ de hoje em dia, serão que tipo de adultos, então?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;@ paquetá&lt;br /&gt;bongo bong&lt;br /&gt;joão e maria (sempre)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-7914683440167522714?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/7914683440167522714/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=7914683440167522714' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/7914683440167522714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/7914683440167522714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2007/10/eu-zanguei-numa-cisma-eu-sei.html' title='eu zanguei numa cisma, eu sei'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-3800820002477864209</id><published>2007-09-12T19:20:00.000-03:00</published><updated>2007-09-12T19:26:14.356-03:00</updated><title type='text'>“Fora com sua cabeça!” disse, sem mesmo olhar em volta.</title><content type='html'>Eu tento me esforçar durante dias pra escrever sobra alguma coisa interessante. Penso, leio, ouço. Nada. Não sai nada, sempre fica difícil encaixar um começo pra conclusão ou um fim pra “enrolação” do meio. Depois de todo esforço não recompensado por qualquer pensamento aproveitável, acabo ouvindo alguma coisa que me indigna e...pronto! Flui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu admito, não sou a pessoa mais desapegada do mundo. Minha roupa não é feite de cortina e eu penteio o cabelo. Tá, não pára por aí, chega até ao exagero, beirando ao ridículo algumas vezes. Só que, de forma alguma, minhas futilidades e caprichos vêm em primeiro lugar. Pessoas sempre vêm antes. Sentimentos vêm antes. Algumas outras coisas também (músicas que me lembram, que me fascinam, que me confortam, que me animam, por exemplo). E nessa lista, o que vem por último, é a maldade. Maldade pra mim é agir com a única intenção de magoar. Isso eu nunca fiz. Maldade é falar com desprezo sobre quem não pode ouvir. É insultar sem dar direito a resposta. É estar ocupado demais pensando no incidente da balada sexta passada pra parar pra pensar no que fala. Maldade é sentir nojo de uma falha imprevisível. Mais maldade ainda é sair por aí comentando como essa falha é repulsiva. Eu tenho nojo. Nojo da maldade, nojo do descaso, nojo do vazio. Nojo do teu nojo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que essa foi minha grande lição na faculdade. Essa foi a coisa mais importante que eu aprendi neste ano e, provavelmente, a coisa mais importante que eu vou levar desses 4/5 anos de UFPR. Eu aprendi nesses primeiros meses de aula a aceitar. Aceitar que as pessoas são diferentes. Que se vestem, se comportam e pensam de maneiras completamente diversas e que não há nada que se possa fazer, a não ser aceitar e aproveitar (exatamente através destas diferenças) o que essa pessoa tem de melhor. Julgar é uma coisa cada vez mais alheia ao meu vocabulário. Deve ser por isso, por esse desapego a depreciação, que eu me incomodo tanto com comentários maldosos. Eu não sei como é possível alguém estar tão cego a ponto de não enxergar o óbvio, ou tão surto a ponto de não ouvir o que diz. E repete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu quero dizer é: chega, garota! Chega de viver no seu mundinho 3x4 cercada de felicidades instantâneas patrocinadas pelo papai. Comece a olhar pela janela, não pela televisão. Comece a sentir que nem todos nasceram com a sorte de ser tão perfeitos como você é. Ou pior, perceba que nem todos nasceram com a sorte de ter os recursos que você dispõe pra esconder tuas imperfeições. Se olhe no espelho! Só que, pra distorcer menos a tua realidade maquiada, tira esse rímel, desce do seu salto e deixa teu cabelo sem escova, tinta e outras ‘cositas mas’. Entenda que você não é a rainha de copas e que não dá pra cortar as cabeças de quem te dá nojinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;@ Authority Zero- Lying Awake&lt;br /&gt;     Elis Regina- Fascinação (música-trauma impossível de ser cantada por qualquer outro ser humano, senão Elis Regina)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu sinto muitissimo pelo pessimo post, mas quando começa a se formar na minha cabeça eu perco o controle.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-3800820002477864209?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/3800820002477864209/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=3800820002477864209' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/3800820002477864209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/3800820002477864209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2007/09/fora-com-sua-cabea-disse-sem-mesmo.html' title='“Fora com sua cabeça!” disse, sem mesmo olhar em volta.'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-7800088640014116170</id><published>2007-09-03T03:14:00.000-03:00</published><updated>2007-09-03T20:10:04.599-03:00</updated><title type='text'>não foi legal, não pegou bem (ou 'a minha revolta em palavras')</title><content type='html'>Eu não sou muito adepta a textos de cunho político, críticas a sociedade, ao governo. Não por achá-los desnecessários, mas ,simplesmente, por não saber redigi-los. Quer dizer, eu não era adepta a esse tipo de composição até me deparar com uma reportagem na IstoÉ de 5 de setembro: “Abismo sem fim”, por Alan Rodrigues. Neste artigo, que trata da enorme disparidade entre os 10% mais ricos do Brasil (equivalente à Bélgica para Edmar Bacha&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt;) e os 40% que vivem na base da pirâmide social do país (a enorme e pobre Índia brasileira), o jornalista demonstra, através de relatos e estatísticas, o triste panorama social do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este seria mais um bom (e cada vez mais raro) artigo das revistas de grande circulação do país, se não fossem os depoimentos colhidos pelo repórter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para demonstrar a abissal heterogeneidade da Belíndia brasileira, Rodrigues recorre a dados de quatro famílias . Em uma delas, a do pedreiro Antônio Assunção, pode-se perceber claramente a dificuldade do chefe de família em equilibrar o orçamento (cerca de R$1 200,00 – aproximadamente 3 salários mínimos) e dar conta das despesas do mês (comida, remédios, financiamento da casa). Sem luxos, sem “presentinhos”, sem tranqüilidade. Já para a empresária Renata Pereira Jorge, sua vida ‘confortável, mas sem luxo’ equivale a 16 meses de trabalho do sr. Antônio e sua esposa. Renata Jorge e seu marido, Godim, gastam, por mês, mais de R$20.000,00 com restaurantes, contas de celular, empregados e viagens. Além dos 1.800,00 mensais no salão. Os gastos com estética feitos pelo casal Jorge equivalem a 150% da renda mensal do casal Assunção e seus dois filhos.&lt;br /&gt;E não pára por aí. A empresária Inês Appel, que retira -por mês- R$20.000,00 dos lucros de sua fábrica para gastar com o que classifica como “prazeres da vida”, utiliza ¼ desde dinheiro com seus cachorros. São 5 mil reais MENSAIS gastos com animais. O que significa que o salário que alimenta, medica e financia o lar de quatro brasileiros durante um mês seria insuficiente para patrocinar a vida dos cachorros da senhora Appel. Os “prazeres da vida” desta senhora de 56 anos e seus cachorros pagaria por todas as despesas da família Assunção. Quase cinco vezes. E ainda sobrariam 15 mil reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o que eu disse, não sei escrever sobre assuntos ‘de verdade’. Quer dizer, seria “sério” se (eco?) não fosse a eterna mania de modéstia da camada mais alta da sociedade brasileira. Seria sério, se não fosse a “humildade” do casal de empresários e sua vida confortável, mas sem grandes luxos. Seria sério se não fosse uma brincadeira de péssimo gosto, dessa gente responsável pelo país, mas que gasta ¼ de sua renda mensal com cachorros. Seria sério, mas não é. Quer dizer, é tão sério que por aqui, no nosso Brasil, é tratado como piada. Nossa realidade é uma piada sem graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Edmar Bacha:&lt;/strong&gt; Economista brasileiro, participou da equipe econômica do governo Franco que instituiu o Plano Real. Ganhou notoriedade acadêmica ao escrever a fábula da &lt;em&gt;"Belíndia"&lt;/em&gt;, na qual argumentava que o regime militar estava criando um país dividido entre os que moravam em condições similares à Bélgica (pequena e rica) e aqueles que tinham padrão de vida indiano(camada imensa e pobre).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;@ Tenha dó/ Conversa de botas batidas - Los Hermanos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-7800088640014116170?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/7800088640014116170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=7800088640014116170' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/7800088640014116170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/7800088640014116170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2007/09/tenha-d-ou-minha-revolta-em-palavras.html' title='não foi legal, não pegou bem (ou &apos;a minha revolta em palavras&apos;)'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-2826088206181120700</id><published>2007-09-01T13:06:00.000-03:00</published><updated>2007-09-26T19:27:48.715-03:00</updated><title type='text'>viver os dias como cenas de cinema brasileiro</title><content type='html'>Bom-humor constante/matinal (10:35 a.m sábado, pré-estudos pra cálculo) resulta em textos péssimos assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou uma eterna romântica. Vejo poesia em tudo. Céu, nuvem, mar, chuva, verão, inverno, pessoas. Pessoas, sim! Eu vejo belezas fáceis, belezas escondidas e belezas "inexistentes". Quer dizer, pra mim elas são (tão) óbvias, mas parece que pros outros não. Eu ‘perco’ tempo olhando pro infinito e me envolvo entre lembranças e possibilidades. Respiro fundo, penso, penso e...chego à conclusão alguma. Não sei como as pessoas podem ser tristes, com coisas tão acessíveis e perfeitas e completas. Qualquer coisa me surpreende. E se você me perguntar o que é que eu estou pensando, aí sim fica evidente a falta de nexo. Eu devo ser boba demais, isso sim. Porque pra me perder nos meus pensamentos, só preciso de poesia. E eu encontro poesia em qualquer lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vi em alguns lugares as pessoas colocando as músicas que estavam ouvindo durante o momento em que postavam e...aderi! Ah, sei lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;@ Pennywise – I won’t have it/ Peaceful Day (entende?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um dia fica melhor...ou não né. Quer dizer, eu achei que podia ser pior, vai?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-2826088206181120700?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/2826088206181120700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=2826088206181120700' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/2826088206181120700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/2826088206181120700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2007/09/todo-dia-ela-faz-tudo-sempre-igual.html' title='viver os dias como cenas de cinema brasileiro'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6306843649025932653.post-6408925177669005684</id><published>2007-09-01T06:16:00.000-03:00</published><updated>2007-09-11T12:33:35.585-03:00</updated><title type='text'>signos carregados de significados</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;É pra isso que serve esse tal blog. Eu realmente não tenho esperança de que alguém chegue a ler qualquer coisa postada aqui e talvez seja esse o principal motivo pra que eu publique algumas coisas: ninguém vai ficar sabendo. Tava mais que na hora de criar vergonha na cara e admitir que, alem de comer salgadinho e acordar os vizinhos, eu faço alguma coisa.&lt;br /&gt;Ahhh, eu não sei nem o que eu quero dizer nessa descrição, quem dirá no resto do blog.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306843649025932653-6408925177669005684?l=jackiedvc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jackiedvc.blogspot.com/feeds/6408925177669005684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6306843649025932653&amp;postID=6408925177669005684' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/6408925177669005684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6306843649025932653/posts/default/6408925177669005684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jackiedvc.blogspot.com/2007/09/isso.html' title='signos carregados de significados'/><author><name>Jacqueline Chomatas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08790523388205335546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JSPSjBoHvmo/SROpmbU9UnI/AAAAAAAAABM/WsI_qN6hjTY/S220/monu81'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
